"Os seres humanos nascem ignorantes, mas são necessários anos de escolaridade para torná-los estúpidos."

George Bernard Shaw, dramaturgo irlandês (1856-1950)

quarta-feira, 16 de junho de 2010

MEIO AMBIENTE & AÇÃO

Ilha Solteira - Ipês floridos no balão - zona norte

Por
Gustavo C. Barboza* e Marcela P. dos Santos


Nos dias atuais o meio ambiente tem preocupado grande parcela da sociedade, principalmente pelas mudanças provocadas pela própria atividade humana e estão se conscientizando de que os recursos naturais são finitos e que se não for preservada o futuro do planeta e até mesmo dos seres vivos estarão ameaçados.

Existem várias definições para o termo, segundo o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente (IBAMA )é referido como “o conjunto de condições, leis, influências e interações de ordem física, química e biológica, que permite, abriga e rege a vida em todas as suas formas” ou seja,. é o lugar em que vivemos, muitas vezes chamada de natureza, e do qual dependemos para a nossa sobrevivência.

No entanto, o meio ambiente não é o lugar que nos “cerca”, mas é o local onde estamos inseridos ou dele fazemos parte como qualquer outro ser que nele está inserido, tanto quanto a fauna e a flora, bem como a água, o ar, o solo (fatores abióticos e bióticos). E ainda, temos que adicionar ao termo meio ambiente a cultura humana, ou seja, seus paradigmas, valores filosóficos, políticos, morais, científicos, artísticos, sociais, econômicos, religiosos entre outros. Tudo isso está interagindo num processo, formando uma grande rede de interações.

No dia 5 de junho é comemorado o Dia Mundial do Meio Ambiente, que por meio de seminários, congressos e conferências são discutidos vários temas sobre o meio ambiente, aquecimento global e desenvolvimento sustentável, em várias partes do mundo. Mas temos que lembrar que o meio ambiente precisa de ação. Não adianta sair dessas palestras e jogar lixo no chão, é necessário quebrar paradigmas, compreender que os elementos se encontram em estreitas dependências e influências recíprocas.

A demanda global dos recursos naturais deriva de uma formação econômica cuja base é a produção e o consumo em larga escala que propicia a concentração da renda, não impede o aumento da miséria e da fome. A lógica, associada a essa formação, que rege o processo de exploração da natureza hoje, é responsável por boa parte da destruição dos recursos naturais, como por exemplo, a questão do desperdício e/ou poluição da água.

Alguns temas são tratados nas escolas, principalmente dentro da disciplina de Biologia, como a Educação Ambiental, que se caracteriza por incorporar as dimensões sócio econômica, política, cultural e histórica, considerando as condições de cada comunidade, onde os alunos estão inseridos e fazendo parte do ambiente. Assim, a Educação ambiental deve permitir a compreensão da natureza complexa do meio ambiente, as interações entre os elementos, visando a utilização consciente dos recursos, para manter e preservar para as futuras gerações.

Uma frase elaborada por Albert Einstein resume muito bem os problemas enfrentado pela humanidade frente aos impactos ambientais, marcados pelas catástrofes, “ A natureza não sabe se defender, ela apenas se vinga”.

*Biólogo e mestrando em Agronomia da Universidade Estadual Paulista (UNESP), Ilha Solteira

Fonte: Jornal Notícia 23, pag 2, 16 de junho de 2010.

terça-feira, 15 de junho de 2010

Pôr -do-Sol na Ilha

Ilha Solteira considerada uma Estância Turistica e que apresentam potencialidades ambientais, que podem trazer benefícios para o município de forma sustentável.

Sobre desenvovimento sustentável...vale a possibilidade de que tal discurso tenha sido assumido, simplismente, para criar um consenso sobre uma forma de desenvolver, mas que na prática é viabilizada dentro do discurso anterior, ou seja, muda-se o discurso ou o regime para não se perder o poder (Arraes, 2000)

Através dessas imagens podemos observar um pouco do potencial turístico de Ilha Solteira.

Pôr-do Sol - lago artificial da Usina Hidrelétrica de Ilha Solteira

Pôr-do-Sol - a jusante da usina e nas proximidades da ilha que deu o nome a cidade.

Bibliografia:

ARRAES, N. M. Desenvolvimento sustentável e a participação popular nos processos de agenda 21 local brasileiros. Tese de Doutorado-UNICAMP. Campinas,2000.

quarta-feira, 9 de junho de 2010

Registro fotográfico: Ilha Solteira no passado











Observe ao fundo desta foto a ilha que deu o nome a cidade de Ilha Solteira.

Fotos obtidas durante a construção da Usina Hidrelétrica de Ilha Solteira, no Rio Paraná - década de 60.

sexta-feira, 4 de junho de 2010

Vivemos numa ilha, mas não estamos ilhados.


A Semana de Meio Ambiente sempre realizada nos dias que antecede o dia 5 de junho – quando se comemora em vários municípios brasileiros e pelo mundo o evento em comemoração ao Dia Mundial de Meio Ambiente.

Esse dia foi criado pela Assembléia Geral das Nações Unidas reunida em Estocolmo em junho de 1972, com o objetivo de estabelecer uma visão global e princípios comuns que sirvam de inspiração e orientação à humanidade, para a preservação e melhoria do ambiente humano através dos 23 princípios enunciados em uma declaração.

Comemorado anualmente desde então, o Dia Mundial do Meio Ambiente, chama a atenção e ação política da População, Municípios e Estados para aumentar a conscientização e a preservação ambiental. Em Ilha Solteira a Prefeitura municipal realizou toda uma programação com palestras e exposições de escolas municipais e estaduais, uma data de comemoração que não pode ser esquecida. Entretanto, as ações devem continuar nos 365 dias do ano e toda a população ilhense devem participar e cobrar dos tomadores de decisão as ações em prol do Meio Ambiente.

Devemos cuidar dessa cidade como se fosse a nossa própria casa e não ficar ilhado dentro da sua casa e/ou dentro do gabinete, pensando que os problemas ambientais são do vizinho ou da prefeitura municipal. Vivemos numa Ilha, mas não estamos ilhados! A nossa ilha apresenta uma arborização excelente, ainda que ausente nas vielas e que foram substituídas pela modernidade.

De acordo com o Plano Diretor (2007), a Organização das Nações Unidas recomenda para cada habitante das áreas urbanas que são necessários 12 m2 de área verde. O conjunto das áreas verdes de Ilha Solteira no interior do perímetro urbano efetivamente consolidado somam 517806,477 m2 , portanto 21 m2 por habitantes, bem acima do que recomendado pela ONU. Isso tudo não significa que devemos ficar tranqüilo e abandonar as ações ambientais, isso é um exemplo que da para ser melhorado e incrementado na qualidade ambiental do município.

O importante é aumentar o número de áreas verdes na área urbana e a recomposição de espécies arbóreas dos córregos e reservatório do município. Novamente o Plano Direto (2007), considera que dos 659 km2 da área do município, apenas cerca de 1% (7 Km 2) ainda conserva suas características originais e considerando que 20% do total das áreas deveriam ter sua cobertura vegetal recomposta e como resultado uma área total de 124 km2 de áreas de recomposição florestal. A missão recomendada é o plantio de 16.616.00 mudas de espécies nativas arbóreas a razão de 1340 unidades por hectares e não a poda destrutiva das árvores ocorridas na proximidade do córrego Sem-nome.

A idéia é promover a informação dos problemas ambientais e capacitar os moradores desta Ilha a se tornarem agentes ativos do desenvolvimento sustentável. Promover a compreensão de que é fundamental que a população mudem atitudes em relação ao uso de recursos e das questões ambientais e advogar parcerias sérias e de responsabilidade socioambiental com todos os seguimentos da sociedade.

Por isso, não vamos ficar ilhados na opressão e devemos preservar a Ilha em benefício das gerações atuais e futuras, mediante um cuidadoso planejamento ou uma administração adequada em relação a nossa casa “Ilha Solteira”.

segunda-feira, 24 de maio de 2010

Os que querem a ciclovia não são os verdadeiros ciclistas

A prefeitura municipal de Ilha Solteira afirmou na última quarta-feira, 19, que vai licitar a obra de revitalização da Avenida Brasil com a ciclovia no canteiro central (Jornal da Ilha, 22 de maio de 2010). Muitas discussões estão ocorrendo sobre esse projeto em Ilha Solteira, aqueles que são a favor de um planejamento adequado, com a participação da população e outros que querem que aconteça de qualquer forma a construção da ciclovia, sabendo ou não andar de bicicleta.

Boa parte das pessoas que estão participando deste projeto não conhece bem uma bicicleta, com exceção do professor Sergio Luis de Carvalho. A expansão das ciclovias é também uma forma de combater o aquecimento global, como comprovou o holandês Roel Massink, pesquisador da universidade de Twente na Holanda, que simulou a retirada das bicicletas das ruas e demonstrou a importâncias delas para a redução nas emissões de gás carbônico. Com o aumento progressivo das emissões de gases do efeito estufa nos países emergentes, parece óbvio que uma solução simples seria incentivar o planejamento cicloviário, uma forma barata e saudável de combater o trânsito nas grandes cidades.

Em Ilha Solteira, uma pequena cidade do interior paulista, a bicicleta tornou-se um assunto tão polêmico, construir ou não construir uma ciclovia. Uma questão de bom senso e/ou de interesses políticos para que a obra ocorra de qualquer forma, sem a participação da população ilhense.

Esqueceram também de consultar o "Manuel ou Mané" da bicicletaria sobre o projeto, a idéia é fazer da bicicletaria um biclicletário municipal e assim o Mané não perderia tempo guardando as bicicletas. Segundo o proprietário boa parte das bicicletas são de clientes que levaram para a manutenção e não buscaram as bicicletas após o conserto - assim ele alugaria pelo o uso das bicicletas e o tempo de guardá-las seria menor.

Primeiramente a bicicleta ilhense tem que ter status de veículo, pois ainda existem muitos obstáculos a serem superados para que a bicicletas possam se tornar as rainhas do sistema de transporte brasileiro. Em Ilha Solteira, a bicicleta é um veículo qualquer e desprezado por algumas pessoas e considerado como meio de transporte para pobre. De acordo com o pesquisador holandês Massink, concluiu que o uso de bicicletas em Bogotá representa uma redução nas emissões de 95 toneladas de dióxido de carbono diariamente ou 54 mil toneladas anualmente.

Entretanto, em Ilha Solteira não apresenta poluição e sim de desconhecimento sobre bicicletas, o essencial é reconhecer os usuários de bicicletas, consultar os ciclistas na hora de planejar os sistemas e perceber as suas necessidades, só assim novos usuários se sentirão aptos a entrar neste mundo da bike.

A mobilidade da bicicleta em ciclovia tem que ser planejada e não podem acontecer erros de má infra-estrutura, como postes no meio das pistas, buracos e descontinuidades, e duvido que quem projetou essa ciclovia ilhense tenha andado de bicicleta nesta cidade.

O planejamento é a chave de um futuro mais saudável, seguro e correto para a sociedade que realmente anseia por cidades funcionais, agradáveis e com baixas emissões de poluentes.

Para atitudes como essa consulte antes um ciclista, essa é a recomendação.


Um pouco de história da bicicleta

Fonte: Wikipedia

Cronologicamente, a invenção da bicicleta antecedeu aos motores a vapor e a explosão, além de ser considerada o "primeiro veículo mecânico" para o transporte individual. Porém, a verdadeira história de sua origem ainda é cercada de mitos e mistérios. Nos registros do Código Atlântico, coletânea de estudos e projetos do artista renascentista italiano Leonardo da Vinci, pode ser encontrado um dos primeiros desenhos da bicicleta e ainda estudos sobre transmissões por corrente que remetem ao final do século XV.

Evolução da bicicleta ao lngo do tempo.


Dados mais precisos mostram que a bicicleta tem origem por volta do ano de 1790 quando o conde francês Mede de Sivrac inventou o celerífero - um cavalo de madeira com duas rodas, que se empurrava com um ou os dois pés - cujo nome é derivado das palavras latinas "celer" (rápido) e "fero" (transporte). Em 1816/17, o barão alemão Karl Friederich von Drais construiu a draisiana, espécie de celerífero, com a roda dianteira servindo de diretriz e gerando mobilidade através de um comando de mãos, que viemos a conhecer, mais tarde, como guidão. Por volta de 1938, a bicicleta toma outra forma, quando o ferreiro escocês Kirkpatrick MacMillan desenvolveu um veículo - que ficou conhecido como velocípede - de duas rodas dotadas de biela de acoplamento, montadas no miolo da roda traseira e acionadas por duas alavancas presas na estrutura principal. Em 1865, o francês Pierre Michaux incorporou pedais à roda dianteira do velocípede, sendo este o primeiro grande avanço. Por volta de 1880, outra mudança significativa foi introduzida pelo inglês Lawson, com a colocação da tração dos pedais sobre disco que, através de uma corrente, repassava o esforço para a roda traseira. Poucos anos depois, surgiu o câmbio de marchas, por Johann Walch, da Alemanha, o quadro trapezoidal, por Humber, da Inglaterra e, em 1891, os pneus tubulares e desmontáveis, por Michelin, da França. Essas últimas mudanças acabaram por construir a bicicleta com a forma aproximada da que ela tem nos dias de hoje.

No Brasil, não há pesquisas seguras quanto à data prevista da chegada ao país dos primeiros modelos de bicicleta. Presume-se que eles tenham surgido inicialmente na capital do império (RJ), entre 1859 e 1870, local onde se concentravam as pessoas com maior poder aquisitivo que mantinham relações com a Europa onde floresciam as primeiras fábricas de ciclos. Outro fato, por fatores de ordem econômica, é que a presença da bicicleta pode ter sido incrementada no fim do século XIX, quando vieram os primeiros migrantes europeus para o sul do país. Desde sua chegada, a bicicleta foi muito popular entre os trabalhadores, especialmente junto aos empregados de indústrias, de pequenos estabelecimentos comerciais e de serviços das grandes áreas urbanas.

quarta-feira, 5 de maio de 2010

Lixão clandestino é aterrado de forma inadequada pela Prefeitura Municipal de Ilha Solteira

O lixo depositado de forma inadequada ao lado da Associação dos Agricultores Projeto Roça Familiar de Ilha Solteira, continua sendo aterrado de forma inadequada e com possibilidade de contaminação do lençol freático.

Figura 1. Lixão localizado ao lado da Associação dos Agricultores.

Recentemente, neste local foi fotografado os lixos depositados pela Prefeitura Municipal . Após alguns dias o lixo foi aterrado de qualquer maneira, pelo jeito a solução adotada pela prefeitura é esconder o lixo.


Figura 2. Imagem registrada em 02/05/2010 o lixo depositado anteriormente foi aterrado.

Figura 3. Imagem fotografada em 21/04/2010, lixo originário de catação de limpeza pública e alguns resíduos que podem ser reciclados.

Na Figura 3 é possível observar ao fundo uma propriedade rural, oferendo risco de contaminação aos moradores deste lote.

Espero que o Conselho Municipal de Meio Ambiente de Ilha Solteira tome providências sobre este lixão clandestino. O lixo deve ter destinação adequada e não pode ser depositado de qualquer maneira.

Acesse o video do lixão!


quarta-feira, 28 de abril de 2010

Falta de comprometimento com a questão ambiental em Ilha Solteira

Freqüentemente, deparamos com algumas situações, em nosso ambiente urbano, que nos causam um certo mal-estar, revolta e chateação. São ausências de planejamento e gerenciamento ambiental e outros descasos com a questão ambiental, atitudes produzidas por comportamentos inadequados de alguns seres humanos portadores de desajuste dos mais diversos tipos e origens. De qualquer forma, atitudes infames, repugnantes, torpes, inusitadas, bizarras, inesperadas, incompreensíveis, convivem com as outras mais convenientes e convencionais em um amálgama variável e inevitável da convivência em sociedades humanas. Essas manifestações, em sua maior parte, são os próprios produtos emergidos das entranhas dos sistemas em que estamos inseridos, processos e modelos adotados pelo homem, muitos dos quais permitem o acesso de poucos aos seus benefícios e submetem muitos aos seus custos. Exemplos deste comportamento podem ser visualizados na cidade de Ilha Solteira e foi o que aconteceu neste mês de abril.

Em 20 de setembro de 2009 houve o plantio de árvores em comemoração ao dia da Árvore na proximidade do Córrego Sem Nome, este evento foi realizado em todo o Estado de São Paulo e organizado pela ONG Brasil Eco planetário. Em Ilha Solteira foi realizado com o apoio da Câmara Municipal e a participação de entidades, escolas e empresas. Foi um dia de cidadania, comprometimento das entidades com o Meio Ambiente e um pouco de marketing, onde usam o ambiente como plano de fundo para benefício próprio. Passaram-se sete meses e as espécies arbóreas nativas plantadas foram destruídas pela própria prefeitura, transgredindo o artigo 49 da Lei dos Crimes Ambientais (Lei nº 9.605/98).

De acordo com os dados do Plano Diretor (2007) o município de Ilha Solteira apresenta uma área de 649 km2, apenas 1% (7 km2) ainda conserva suas características originais e considerando que 20% do total da áreas deveriam ter sua cobertura vegetal recomposta. Sendo assim, a Prefeitura Municipal de Ilha Solteira tem uma grande missão, recompor uma área total de 124 km2 de áreas de recomposição florestal de espécies nativas e não destruir o que foi plantado.

Na edição do Jornal da Ilha do dia 21 de abril, o diretor de Agronegócio, Pesca e Meio Ambiente, João Oliveira Machado declarou que é contrário ao plantio de mudas no córrego Sem-Nome, afirmando que naquele local não existe córrego. Infelizmente, o diretor desconhece sobre o assunto e não devemos digladiar esse pobre coitado com os seus atos, mais do que isso, devemos lembrar que ele é parte de sistema corporativista e foi colocado nesta condição com finalidades e utilidades bem definidas e não aquelas que envolvem comprometimento ambiental e soluções socioambientais.

As preocupações em relação ao meio ambiente devem ser de todos e outra dica é que não se restrinjam a plantar árvores e distribuir mudas com logomarcas de grandes empresas, mas sim, que essas mesmas instituições públicas e privadas (Usinas, UNESP, CESP, Prefeitura Municipal e ONGs) juntamente com organizações populares possam chegar a um consenso das reais necessidades da população e que projetos e políticas públicas com incentivos de empresas locais possam trabalhar em prol de um desenvolvimento local que traga saúde, qualidade de vida , educação, cultura e geração de prosperidade.

Tudo isso mostra o descaso dos gestores e administradores deste município e a falta de comprometimento com meio Ambiente, que sempre fica em segundo plano. Mudanças de paradigmas não ocorrem de um dia para outro, mas precisamos caminhar em um caminho diferente, belo e possível.

Para finalizar, deixo um comentário feito por Miller (1975) em seu decálago da ação individual e que serve para a população Ilhense. – segundo ele acentuava que "não fazer nada, porque não se pode mudar tudo o que está mal, é uma atitude irresponsável". Quando uma coisa muda, o todo também começa a mudar .

Fonte: Por Renato A. M. Franco
Jornal da Ilha - quarta-feira, 28 de abril de 2010 A-08